1 de novembro de 2014


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Quais os tratamentos disponíveis para a rinite?

Já fiz uso de diversos medicamentos para minha rinite alérgica. O que temos disponível para tratamento natural ou fitoterápico?

Até o presente momento, não existe cura para a rinite alérgica. Os tratamentos resultam em melhora de sintomas, não impedindo que crises eventuais aconteçam. No entanto, quando falamos de tratamento, incluímos, além dos remédios, também as medidas de higiene ambiental (no lar, no trabalho e nos locais freqüentados pelo paciente). Em alguns casos, também é indicada a imunoterapia (ou vacina alérgica). É muito comum que o paciente troque de remédios e até de médicos sem que as medidas fundamentais tenham sido tomadas. Pior, o não reconhecimento correto da situação pode levar ao uso de medicações inadequadas (com maiores chances de efeitos colaterais indesejáveis). Isto desencadeia descrença e procura por outras formas de tratamento. Para a medicina tradicional ocidental, não importa se um determinado remédio é encontrado na natureza, feito de plantas (fitoterápico), ou produzido artificialmente em um laboratório. A questão fundamental é se ele realmente funciona, produzindo o mínimo de efeitos colaterais. Esta foi a conclusão do simpósio de produtos naturais no último Congresso Mundial de Alergia, por exemplo.
O ácido acetil salicílico, extraído da casca do salgueiro, é um antiinflamatório com ação para dor e febre. Da mesma forma, a efedrina (potente descongestionante nasal e broncodilatador) é extraída das ervas de Ma Huang. Ninguém pensa nestas drogas como fitoterápicos, mas essas substâncias, após serem isoladas da natureza, mostraram-se eficazes. Ocorre que fitoterápicos, de modo geral, são um coquetel de princípios ativos ainda não isolados. Por não se enquadrarem na mesma categoria das medicações com a droga ativa já determinada, são lançados no mercado sem que trabalhos científicos tenham sido conduzidos em número e qualidade suficiente para nortear a ação do médico. Some-se a isso o fato de vários estudos demonstrarem a melhora de 20 a 30% dos pacientes com o uso do placebo (comprimido sem nenhum princípio ativo). Mais surpreendente ainda, quando o médico é atencioso e mostra-se empenhado em resolver o problema, os índices de satisfação do paciente com o tratamento podem atingir a incrível cifra de 40%. Isto reforça a impressão de que muitas opções de tratamento, que não têm nenhum respaldo em estudos científicos, podem efeitos "milagrosos".
Existem princípios ativos dentro de fitoterápicos atuais que seguramente ainda farão parte do receituário do alergista e otorrinolaringologista após estudos convincentes e, pelo menos um deles (uma droga da categoria dos antileucotrienos - um tipo de antialérgico) já foi lançado no mercado nacional para o tratamento de rinite. Apesar disto, o panorama para a abordagem da doença alérgica continua a mesma: orientação adequada por parte do médico somada a atitudes efetivas por parte do paciente.

Última atualização: 23/9/2008
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